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Será que é para mim?

Esse curso é fundamental para gestores interessados em aprimorar o desempenho da equipe por meio de métricas.

Ele vai ajudar a:

analisar os dados da produção do time
colocar em prática a eficiência do fluxo de demandas
tornar suas métricas eficazes
conhecer os indicadores de performance
conectar as métricas de eficácia ao cotidiano das equipes 

Conhecimento indispensável para o líder do presente nas organizações de tecnologia.

COMO FUNCIONA

< 1 >
Aulas ao vivo

As aulas acontecem em edições ao vivo, sempre no mês de setembro. Se a edição do ano corrente já aconteceu, você pode assistir as gravações da última enquanto aguarda a próxima. 

< 2 >
Tudo fica gravado

Se não puder participar ao vivo, é só assistir a gravação que é enviada no dia seguinte. As gravações também permitem que o material seja revisto a qualquer momento.

< 3 >
Sessões de Perguntas

Após cada aula, há uma sessão de perguntas e respostas com o instrutor do curso. Essa sessão também fica gravada.

< 4 >
Fórum de Debates

Caso tenha dúvidas e não possa participar da sessão de perguntas, há um fórum para tirar dúvidas e para debater o conteúdo do programa. 

< 5 >
Comunidade

Também disponibilizamos um grupo no Telegram para que os participantes possam interagir e trocar conhecimento sobre o conteúdo da formação.

< 6 >
Lifetime access

Não há limite de acesso, nem data de expiração para o acesso ao conteúdo. Uma vez matriculado, você também garante participação em todas as edições ao vivo dos próximos anos.

PRÓXIMA EDIÇÃO CONFIRMADA

MÓDULO 1

27/09 - 19h

A história por trás
dos dados

Por que as métricas importam e são uma ferramenta de diagnóstico? Como desenvolver um pensamento orientado aos dados? Um pouco de análise de dados. A importância de pensar na história por trás dos dados. O propósito das métricas dentro das organizações. Um olhar para as métricas quando estamos falando de pessoas.

MÓDULO 2

29/09 - 19h

Observando e medindo
a eficiência do fluxo

Um olhar para métricas que nos conectam com a eficiência do fluxo. Por que é importante gerenciar o lead time, o WIP (work in progress) e o throughput? Como observar e gerir WIP. Como usar o throughput no seu processo. Dispersão e distribuição de lead time. Como projetar entregas a partir de lead time.

MÓDULO 3

04/10 - 19h

Garantindo a saúde
do fluxo

Um olhar para a saúde do fluxo. A leitura do gráfico de Fluxo Cumulativo. Métricas do Accelerate. Como o gráfico de burnup pode ser útil para dar visibilidade em um contexto de projeto? Como projetar cenários a partir do histórico de throughput? Simulação de Monte Carlo e projeções

MÓDULO 4

06/10 - 19h

Em busca de eficácia
para o negócio

Um olhar para as métricas que nos conectam com a eficácia. A importância dos indicadores de performance (KPI). Explorando as diversas opções de métricas para o negócio. Medindo a satisfação do cliente. Como conectar as métricas de eficácia ao dia a dia das equipes. Organizando o backlog a partir das métricas de eficácia.

CONHEÇA O INSTRUTOR

Raphael Albino

vai te ajudar a entender como humanizar os números em contextos Ágeis para que você alcance melhores resultados na gestão dos seus projetos e negócios.

Formado em SI pela Unesp de Bauru, com MBA em Gerenciamento de projetos pela FGV
Mestre em Administração de Empresas pela Fea-Usp
Trabalhou como Gerente de Projetos na Plataformatec
Trabalhou como docente em cursos de em Gerência de Projetos e Mídias Digitais
Profissional com mais de 10 anos de experiência na área de desenvolvimento de software e consultoria
Atua como consultor sênior na Nubank
Autor do livro Métricas Ágeis - Obtenha melhores resultados em sua equipe pela Editora Casa do Código

 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

MÓDULO 1

27/09 - 19h

A história por trás dos dados

Por que as métricas importam e são uma ferramenta de diagnóstico?
Como desenvolver um pensamento orientado aos dados?
Um pouco de análise de dados: Variáveis quantitativas (discretas e contínuas) e qualitativas (nominais e ordinais)
Mínimo, máximo, média, moda, mediana e percentil
Gráficos de dispersão, histograma, barras empilhadas

MÓDULO 2

29/09 - 19h

Observando e medindo a eficiência do fluxo

Por que é importante gerenciar o lead time, o WIP (work in progress) e o throughput?
Como observar o WIP de um programa (múltiplas equipes)?
Uma forma prática de gerenciar o WIP de uma equipe
A importância de observar a idade do WIP
Como acompanhar a cadência de entrega de uma equipe?

MÓDULO 3

04/10 - 19h

Garantindo a saúde do fluxo

O que é o gráfico de fluxo acumulado (CFD)?
Seis modelos de leitura de CFD
Como utilizar o CFD para avaliar a saúde de um fluxo de trabalho?
Métricas do Accelerate: deploy frequency, lead time for changes, mean time to recovery (MTTR), change failure rate
Security issues (SQL injection, data leaks)

MÓDULO 4

06/10 - 19h

Em busca de eficácia para o negócio

A importância dos indicadores de performance (KPI)
Receita recorrente mensal
Evasão de clientes
Análise de funil
Customer Lifetime Value

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EDIÇÃO 2022

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Qual é a carga horária?

A carga horária é de 10 horas totais.

Emite certificado?

Sim. Emitimos certificados ao final para aqueles que demonstrarem conhecimento sobre o conteúdo do curso.

Quais são as formas de pagamento?

Você pode pagar à vista no boleto ou cartão de crédito ou parcelado em até 12 vezes (parcelamento com juros).

E se eu não puder assistir a uma ou mais aulas ao vivo na data marcada?

As gravações de cada aula serão enviadas já no dia seguinte da sua realização. Tudo que acontece ao vivo aparece na gravação, portanto não há perda de conteúdo.

Eu preciso participar ao vivo das aulas para tirar o certificado ao final?

Não. O único critério para obtenção da certificação é passar na prova final.

O que faço se a edição desse ano já aconteceu?

Os nossos cursos têm edições anuais. Mas se você perder, não tem problema! Matricule-se a qualquer momento e comece a assistir às gravações das aulas. Não há perda de conteúdo nas gravações com relação às aulas ao vivo. Você pode usar o fórum ou o Telegram para tirar suas dúvidas mesmo fora do período de aulas ao vivo. Ao se matricular no curso, você tem direito de participar de todas as edições futuras que acontecerem ao vivo.

Quando será a próxima edição?

Nossas formações acontecem uma vez por ano. A próxima edição desse curso acontecerá, provavelmente, em setembro de 2022. Ao se matricular, você ganha acesso ao conteúdo da última edição e a garantia de participar gratuitamente de todas as edições futuras desse mesmo programa.

Por quanto tempo terei acesso ao material dessa formação?

Sem limite. Life-time access.

Posso participar de todas as futuras edições desse programa?

Sim! Além do acesso vitalício, você é convidado a participar de todas as futuras turmas sem custo algum.

O conteúdo do programa muda a cada edição?

Normalmente o conteúdo é o mesmo, mas após um ano, tanto o instrutor quanto os participantes trazem novas experiências para compartilhar durante as aulas. É comum também que os instrutores atualizem seus materiais a cada ano com novas ideias e experiências. 

Que materiais de apoio são disponibilizados?

Normalmente o material é composto pelos slides de conteúdo em pdf. Além disso, você pode fazer o download do áudio e do chat realizado durante as aulas. Nessa formação, há também vários exercícios e ferramentas que você pode baixar e utilizar com seus times e organizações.

Terei como fazer perguntas direto para o instrutor?

Com certeza. Nas edições ao vivo, teremos encontros de perguntas e respostas diretamente com o instrutor via vídeo conferência. Além disso, você pode usar nosso fórum ou grupo no Telegram. 

Ainda fiquei na dúvida sobre um ou mais pontos, como posso entrar em contato para saber mais?

Há três formas de entrar em contato conosco:

1. Pelo e-mail: suporte@softwarezen.me

2. Pelo WhatsApp: 61-998121669

3. Deixe sua mensagem pela janela de chat no canto inferior direito desta página.

Nosso tempo máximo de atendimento é de 24h úteis.

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MÓDULO 1

Nesse módulo, faremos uma análise da problemática associada às atividades de manutenção. Vamos entender o que realmente está envolvido e porque tudo o que tentamos fazer não gera os resultados que precisam acontecer.

No fim, faremos a conexão dessa visão com as soluções oferecidas dentro do corpo de conhecimento Ágil, Lean e Kanban.

Diagnóstico do Problema e Análise Sistêmica da Situação Atual

  • Quando acaba o "Desenvolvimento" e começa a "Manutenção"?
  • A transição do desenvolvimento para a manutenção
  • As formas de Impacto do Software nos Negócios
  • Definindo um novo pressuposto
  • A dinâmica do ambiente de negócios e seu reflexo no software
  • A Heterogeneidade das demandas de trabalho
  • Visão sistêmica aplicada a manutenção
  • O fenômeno da Ignorância Sistêmica
  • Análise de propósito do Sistema
  • As componentes de um sistema de trabalho
  • Análise Sistêmica das Interações e Estoques em um ambiente de manutenção
  • A rede de riscos que dispara o processo decisório
  • Análise de riscos para ambientes de manutenção
  • Risco Nível 1 - Perda Crítica Imediata - e seu impacto no negócio
  • Risco Nível 2 - Ineficiência Operacional - e seu impacto no negócio
  • Risco Nível 3 - Incapacidade de Adaptação - e seu impacto no negócio
  • Risco Nível 4 - Incapacidade de Evolução - e seu impacto no negócio
  • Risco Nível 5 - Deterioração Interna - e seu impacto no negócio
  • Sobre a ineficácia das soluções existentes
  • A Manutenção Ágil: o caminho para sair do modo "apagar incêndio"
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MÓDULO 2

Nesse módulo, vamos destrinchar os tipos de demandas mais comuns em atividades de manutenção e mapeá-lo com seu risco associado, deixando assim, o terreno preparado para começarmos o design de um sistema de trabalho que consiga responder a essa demanda de forma satisfatória.

No fim, vamos começar a organizar nossas demandas em um modelo de planilha que será nosso ponto de suporte para as métricas e as observações que faremos do processo de trabalho na medida em que ele se desenrola.

ANÁLISE E MAPEAMENTO DA DEMANDA DE MANUTENÇÃO

  • A caminho da solução: quantas demandas ou quais demandas?
  • Eficácia vs Eficiência e como esse entendimento afeta o caminho da solução
  • Migrando para um modelo de eficácia
  • As soluções sugeridas pelo modelo tradicional de eficiência
  • Os pontos de alavancagem em um ambiente de manutenção
  • A Manutenção Ágil como a reação eficaz aos riscos
  • A Manutenção Ágil como enfoque na coisa certa para dar apoio a melhores escolhas
  • As boas escolhas e a relação com o mapeamento de risco
  • Mapeamento da Demanda
  • Entendendo o supra-sistema de sustentação
  • Subsistema de Sustentação 1: Suporte Técnico
  • Subsistema de Sustentação 2: Manutenção
  • Subsistema de Sustentação 3: Projetos
  • Análise da demanda como resposta ao risco
  • Mapeando riscos com sistemas
  • Reagindo às emergências com o sistema S1: Pronto-atendimento emergencial (Resposta Imediata)
  • Visualizando S1 em um Kanban
  • Reagindo às urgências com o sistema S2: Pronto-atendimento de urgência (Resposta Rápida)
  • Visualizando S2 em um Kanban
  • Reagindo à necessidade de adaptação com o sistema S3: Agendamento e Programação (Resposta Programada)
  • Visualizando S3 em um Kanban
  • Reagindo à necessidade de evolução com o sistema S4: Desenvolvimento Projetizado (Resposta Planejada)
  • Visualizando S4 em um Kanban
  • Reagindo à necessidade de fazer melhor com o sistema S5: Otimização continuada do processo/produto
  • Visualizando S5 em um Kanban
  • O processo todo integrado nas células de uma planilha
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MÓDULO 3

Nesse módulo, vamos ver como fazer o design do sistema de trabalho para que ele atenda aos desafios específicos de cada tipo de demanda de acordo com o seu perfil de risco.

No fim, vamos reforçar nossas planilhas com novos dados e novas formas de enxergar a nossa realidade de acordo com as novas métricas disponíveis.

PROJETANDO UM SISTEMA DE TRABALHO DE ALTA RESPONSIVIDADE

  • Entendendo o contexto da manutenção
  • A manutenção em ciclos: Sprints, Reviews e Business Value
  • Design do sistema S1: "Resposta Imediata" (pronto-atendimento emergencial)
  • Design do sistema S2: "Resposta Rápida" (pronto-atendimento de urgências)
  • Entendendo o fluxo de um sistema sensível a eventos
  • Desenhando um workflow orientado a responsividade
  • Integrando o sistema de manutenção com o supra-sistema de sustentação
  • Análise temporal do workflow (o tempo como fator crítico)
  • Adotando um SLA de resposta nos sistemas S1 e S2
  • Análise de performance nível 1: as histórias contadas pelo fluxo de cada demanda
  • Análise de performance nível 2: o que todo o conjunto de histórias nos revela
  • Análise de performance nível 3: que história interessa para o negócio
  • Observando e melhorando os sistemas S1 e S2 por meio de um dashboard de métricas
  • Design do sistema S3: "Resposta Programada" (agendamento e programação)
  • Entendendo o fluxo de um sistema sensível a uma programação continuada
  • O balanceamento das entregas como fator crítico
  • Os ciclos periódicos de entrega em S3
  • Avaliando o Programado versus Entregue
  • Adotando ciclos de revisão para monitoramento continuado da performance do S3
  • A eficiência da programação
  • Design do sistema S4: "Resposta Planejada" (desenvolvimento projetizado)
  • Entendendo o fluxo de um sistema sensível a necessidade de encaixe problema-solução
  • Definição de entregáveis no nível de projetos
  • O desenvolvimento iterativo no sistema S4 (estudo de caso)
  • Design do sistema S5: "Resposta de Otimização" (melhoria contínua do processo/produto)
  • Alimentando o sistema S5 via os outros sistemas de resposta
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MÓDULOS 4 e 5

Nesse módulo, vamos explorar as várias nuâncias e movimentos de uma boa coordenação tática. Como fazer? Quem envolver? Como estruturar cerimônias e artefatos

A COORDENAÇÃO TÁTICA

  • A coordenação tática e como as pessoas se organizam
  • Análise de propósito dos sistemas (S1 a S5) e a sua relação com a coordenação tática
  • O time do sistema de pronto-atendimento (S1 e S2)
  • O papel e a atuação do Service Delivery Manager e dos líderes de equipe
  • Como funciona uma Sprint no sistema de pronto-atendimento
  • Integrando o trabalho por meio de um quadro kanban
  • O time do sistema de adaptação e aperfeiçoamento (S3)
  • Organizando um comitê de seleção para as demandas
  • Como funciona uma Sprint no sistema de adaptação e aperfeiçoamento
  • Integrando S3 ao quadro kanban
  • O time do sistema de geração de novas capacidades (S4)
  • O papel e a atuação do Service Delivery Manager e do Product Owner
  • Integrando os Feature Teams ao sistema S4
  • Como funciona uma Sprint no sistema de geração de novas capacidades
  • Integrando S4 ao quadro kanban
  • O time do sistema de melhoria continuada (S5)
  • Formando o time para atuar em S5
  • Como funciona uma Sprint no sistema de melhoramento continuado
  • Integrando S5 ao quadro kanban
  • Coordenação Tática Diária
  • Coordenação Tática Semanal
  • Liderança e Coordenação Sistêmica
  • Review de Operações

abraçando o NOVO PARADIGMA

  • O impacto de um novo paradigma
  • Um novo olhar sobre as atividades de manutenção
  • Resgatando a nobreza do estado de ordem
  • A psicologia da equipe de manutenção
  • Protegendo-se contra o retorno do caos
  • Criando sua nova visão de futuro
  • Definindo um plano estratégico
  • Colhendo os frutos da transformação
  • O espírito Ágil aplicado a manutenção
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Módulo 1

Nesse módulo, você vai descobrir quais são as estruturas que estão envolvidas no DNA da mudança e mergulhar em seu primeiro elemento: o processo de catalisação das melhorias.

Acelerando o processo de melhoria

  • O que é Coaching
  • O que é o Agile Coaching
  • Quem são os clientes do Agile Coaching
  • Os papéis de Coachee e Coach
  • Típicos Coachees em contextos Ágeis
  • O propósito do Agile Coaching
  • Os 5 grandes desafios
  • O DNA - A essência do Agile Coaching
  • Mapeando os desafios
  • Agile Coaching como um atividade, não apenas como um papel
  • Coachability - a habilidade de ser 'coachable'
  • Fatores de 'coachability'
  • O modelo GROW
  • GROW: um exemplo
  • Lean Change Management
  • Experimentos baseados em dados
  • O Agile Coach como facilitador da mudança
  • Sistemas, estoques e fluxo
  • A mudança e a resistência a mudança
  • O lado emocional das decisões
  • Hacking the System com o MVI
  • Minimum Viable Improvement
  • Reduzindo a fricção no processo de mudança
  • Exercício prático: Coaching Dojo
  • O metamodelo dos ingredientes para a mudança
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Módulo 2

Nesse módulo, vamos explorar práticas de promoção da consciência sistêmica e descobrir como impulsionar o engajamento e a responsabilidade.

Comprometimento e responsabilidade em times Ágeis

  • O que é 'awareness'
  • Organizacional Awareness
  • Alavancas para organizacional awareness
  • Direcionando a atenção para áreas onde se pode agir
  • House of Awareness: Perspectivas, situações, gaps, pontes e resultados
  • Cultura informada por dados
  • Velocidade
  • Checkup de saúde nos times
  • Análise de métricas dos times
  • Estratégias para promover awareness
  • Impulsionando comprometimento e responsabilidade
  • O comprometimento psicológico
  • Fatores envolvidos no comprometimento psicológico
  • A chave para destravar comprometimento
  • Dude'Law do David Hussman
  • Lewin's Equation
  • O processo decisório descentralizado
  • Dicas para promover comprometimento
  • Ouvir vs Perguntar
  • As habilidades daquele que faz perguntas
  • Os níveis de escuta
  • A escuta interna
  • A escuta focada
  • O poder do silêncio constrangedor
  • A escuta global
  • Sem julgamentos
  • O poder da simplicidade
  • As perguntas do coach para metas, realidade, opções e encerramento
  • Dicas para melhorar sua habilidade de fazer perguntas
  • Cognição e metacognição
  • Estimulando a metacognição
  • Ferramenta: Perdas e Ganhos
  • Exercício: Laboratório de Perguntas
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Módulo 3

Nesse módulo, vamos aprender como evoluir as habilidades dos times com relação a sua própria forma de agir, e descobrir como atuar para remover sistemicamente os obstáculos organizacionais.

Removendo obstáculos para um sistema de trabalho mais produtivo

  • O desenvolvimento de competências
  • Combinando abordagens: coaching, mentoring e facilitação
  • A mutabilidade do contexto (o quão suscetível ele é para a mudança?)
  • O conhecimento sobre faltas e forças
  • Ferramenta: A roda de competências do time
  • A roda de competência para Scrum Masters
  • A roda de competência para Product Owners
  • Modelos de Maturidade. Qual o problema com eles?
  • A Fluência como alternativa para "maturidade"
  • The Agile Fluency Model
  • Aplicando o modelo de fluência Ágil
  • As capacidades Ágeis
  • O Modern Agile
  • Exercício: Health Check
  • O que é competência?
  • O modelo KAFE de competências
  • Ferramenta: O design KAFE
  • KAFE design exemplos: Facilitação de reuniões, Product Design
  • O aprendizado no dia-a-dia
  • Os modelos de aprendizado e o Learning 3.0
  • Exercício: Ferramenta KAFE design
  • Facilitando a remoção de barreiras
  • Um framework para facilitação
  • A criação das condições como foco principal
  • As barreiras mais comuns
  • AntiValue
  • AntiFlow
  • AntiEvolution
  • Mapeando as barreiras
  • Ferramenta: Barrier Mapping
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Módulo 4

Nesse módulo, vamos debater os desafios das transformações organizacionais e te preparar para estruturar sua nova carreira como um Agile Coach.

Um novo DNA para transformar sua organização e sua carreira

  • Análise de barreiras para remoção
  • Alavancas típicas para atuar em AntiFlow, AntiValue e AntiEvolution
  • Visualização como alavanca
  • Consciência sobre os tamanhos dos lotes
  • Limites de WIP para melhorar o fluxo
  • Combatendo o AntiValue
  • Os 7 princípios Lean
  • Combatendo o AntiEvolution
  • Flexibilidade e Responsividade
  • Plasticidade Organizacional
  • Pequenos times ou um grande time?
  • Obstáculos para a plasticidade organizacional
  • Viabilizadores da plasticidade organizacional
  • Systems Thinking como viabilizador chave
  • Mudando o sistema
  • O modelo Iceberg: Reagir, antecipar, desenhar, transformar
  • Alavancas Sistêmicas (Donella Meadows)
  • O impacto da mudança/transformação vs o esforço organizacional
  • O Cone da Mudança
  • Alavanca nível 1: Comportamentos e práticas
  • Alavanca nível 2: Capacidades e estruturas
  • Alavanca nível 3: Mindset
  • Mapeando as barreiras com as alavancas
  • Kurt Lewin Force Field
  • Ferramenta: Improvement Mapping
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Módulo 2

Nesse módulo, você vai descobrir como organizar melhor o dia-a-dia do seu projeto e estruturar uma linha de comportamento que oriente as pessoas nas pequenas coisas que fazem o seu dia-a-dia enquanto trabalham remotamente.

Flight Level 1: A operação remota e o impacto no comportamento das pessoas

  • Veio pra ficar? O passado, o presente e o futuro do trabalho remoto
  • Comunicação Síncrona vs Assíncrona: O grande segredo do trabalho remoto eficaz
  • O Trabalho Síncrono
  • A pequena ética das reuniões
  • Ligar ou não ligar a câmera?
  • Câmera always on: boa prática ou tentativa de controle?
  • Disciplinando o time para transformar as reuniões em rituais
  • A pequena ética das conversas instantâneas
  • Engajamento e participação nas reuniões em videoconferência
  • Como conciliar as calls constantes
  • Dicas de interação síncrona
  • O Trabalho Assíncrono
  • Direcionando a comunicação para o modo assíncrono
  • A pequena ética do uso da agenda do outro
  • Como garantir a fluidez e o balanceamento da comunicação síncrona e assíncrona
  • Convivência e informalidade quando o trabalho é remoto
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Módulo 3

Nesse módulo, vamos explorar como você poderá alinhar e combinar os modelos e práticas de gestão Ágil com as necessidades e desafios trazidos pelo mundo do trabalho remoto. Cerimônias de planejamento, reuniões de acompanhamento e execução, reviews de processos e práticas de otimização de fluxo. Como compor tudo isso em um sistema de trabalho onde todos os envolvidos estejam trabalhando remotamente

Flight Level 2: o sistema de trabalho remoto

  • Gestão remota e o design do sistema de trabalho
  • Trazendo os "Information Radiators" para o mundo digital
  • Cadenciamento sustentável de cerimônias
  • A coordenação tática do time remoto
  • O trabalho de facilitação das lideranças
  • Como dar feedback dado que as pessoas não estão presentes?
  • Trabalho em par, trabalho em grupo: como incentivar a colaboração via chat e videoconferência
  • Fazendo o trabalho fluir remotamente com o Flow Climate
  • Como lidar com urgências já que as pessoas não estão no escritório?
  • Status Report: como fazer?
  • Team building remoto
  • O que muda para times multi-disciplinares
  • Gerindo a relação entre áreas de forma remota
  • Mantendo boas condições de performance com o Operations Review
  • Medindo produtividade e eficiência
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Módulo 1

Nesse módulo, você vai conhecer quais são os problemas e necessidades que a governança precisa lidar, e como as organizações tem lidado com isso até então. Vai entender as causas, efeitos e estruturas conceituais que estão por trás dos controles e burocracias e como isso afeta a estruturas organizacionais atuais. No fim, vai mergulhar em uma análise do comportamento organizacional e de suas influências políticas.

A organização


APRESENTAÇÃO GERAL


  • Objetivos do curso
  • Os problemas de governança
  • A governança ágil como a orquestração para a descoberta e o alcance dos objetivos estratégicos


O USO DO CONHECIMENTO NA SOCIEDADE


  • Ordens deliberadas vs ordens emergentes
  • A função do conhecimento (episteme, techné, phronesis) na organização
  • A governança ágil como um modelo conceitual


A ESCALA DE TRABALHO E A ESPECIALIZAÇÃO


  • A burocracia formal (Weber) como resposta tradicional
  • A organização como uma ordem formal
  • A governança ágil como a orquestração para a descoberta e o alcance dos objetivos estratégicos


A CRÍTICA À BUROCRACIA


  • As patologias da burocracia (Merton)
  • A escola de recursos humanos
  • O problema da racionalidade
  • Racionalidade funcional e racionalidade substantiva
  • Guerreiro Ramos e a dominação da racionalidade funcional na sociedade moderna
  • Weber e os riscos do “iron cage”
  • O conceito de corrupção institucional
  • Problema de pareamento meio-fim no WBS
  • Problema na estrutura de incentivos
  • Problema na formalização e/ou comunicação
  • A preservação do caos como elemento de inovação e adaptabilidade da TI
  • Modelos racionais de decisão
  • O modelo de “bounded rationality” (Simon)
  • Rápido e devagar (Kahneman) e os vieses
  • O elefante e o condutor (Haidt)
  • Intuição (Klein)
  • O erro fundamental de atribuição
  • A organização como uma ordem emergente


COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL


  • Diferenças individuais (self-concept, aprendizagem, “fit”)
  • Motivação
  • Efetividade de times
  • Poder e influência (política organizacional)
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Módulo 2

Nesse módulo, você vai conhecer a teoria sociotécnica da otimização conjunta. Vai compreender tecnologia, pessoas, processos e cultura como elementos integrados, e esse entendimento vai abrir o caminho para você começar a perceber o posicionamento estratégico que a TI deve ter na sua organização. É aqui que você vai descobrir como o Ágil vai se encaixar nesse posicionamento de forma que a TI possa assumir sua posição de parte integrante do cérebro da organização.

A TI na organização


A TI NA ORGANIZAÇÃO


  • Modelos determinísticos
  • O sistema sociotécnico
  • Tecnologia. Pessoal. Processos. Estrutura/cultura. Cultura.
  • Fomentando uma cultura de alta qualidade
  • A equipe de gestão e a equipe técnica
  • Os níveis de impacto das mudanças organizacionais


A ADOÇÃO DE TECNOLOGIA


  • A difusão de inovação
  • O modelo de B.J. Fogg
  • Resistência à adoção de tecnologia


A ABORDAGEM TRADICIONAL DA TI COMO “GARÇOM” DA ORGANIZAÇÃO


  • O espírito subserviente e o espírito destruidor revolucionário de mudança
  • O conflito de visões de Thomas Sowell
  • A política de fé e a política de ceticismo de Oakeshott
  • A prudência conservadora vs a transformação progressista
  • A mudança de acordo com o lean vs a mudança de acordo com o ágil


A GOVERNANÇA ÁGIL


  • O papel da TI (parte intrínseca ao negócio)
  • A governança ágil como orquestração para “fazer acontecer”
  • A aplicação do Cynefin à governança e o modelo de “garbage can” aplicado à TI (capacidade de interpretação do negócio/demandas estratégicas, demandas com apoio político e capacidade operacional sociotécnica)
  • O exemplo do avião pousando (demanda de destino, apoio e capacidade)
  • A TI como uma unidade capaz de visualizar o “garbage can” e tomar as decisões como um dos cérebros da organização
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Módulo 3

Nesse módulo, vamos fazer a ponte entre a TI e a Agilidade para responder às necessidades do negócio já em uma nova visão organizacional. Aqui você vai conhecer o tripé da governança Ágil como forma de busca pelos resultados, tendo como base a garantia de recursos e a sua capacidade operacional.

A governança Ágil da TI


A NECESSIDADE DE GOVERNANÇA


  • A abordagem tradicional da governança
  • Patologias da governança


A GOVERNANÇA ÁGIL


  • A governança como um fractal
  • O tripé da governança ágil (negócio, apoio político e ownership, operação técnica) como forma de descoberta e trabalho para o resultado, a garantia dos recursos e a capacidade de execução
  • Os arquétipos da governança de TI


O NEGÓCIO


  • A descoberta do negócio
  • A iniciativa do time quanto ao negócio
  • A TI não se “alinha” ao negócio; a TI é parte da organização, é parte do negócio.


APOIO POLÍTICO E OWNERSHIP


  • O apoio “de fora” à demanda estratégica
  • Alta chefia vs área finalística/negocial
  • A governança ágil como dona/responsável pelos recursos (cancelamento de projetos no caso de não-validação, descentralização do negócio para todos)
  • Possibilidade de formalização do apoio
  • O apoio “de dentro” à demanda estratégica
  • Explicação constante da visão da TI e dos objetivos negociais do projeto
  • Descentralização da responsabilidade


CAPACIDADE OPERACIONAL


  • Retomando o modelo sociotécnico
  • Pessoal. A equipe de gestão e a equipe técnica.
  • Ferramentas e processos
  • Requisitos: da “coleta”, à “descoberta”, à “definição” pela TI
  • Melhoria contínua
  • Inovações e estudos técnicos
  • Alinhamento constante, comunicação e responsabilidade pelas ações como responsabilidade da TI
  • O product owner como parte da TI (ou a TI como product owner)
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Módulo 4

Nesse módulo, você vai conhecer um caso real de implementação de um Ateliê Ágil de Software. Por meio desse estudo de caso, você vai obter uma análise técnica de uma história real de superação do modelo de fábrica; de reestruturação do relacionamento com o resto da organização; de obtenção de apoio político e ownership; e de desenvolvimento da capacidade operacional necessária para se atingir os objetivos. Também vai ter várias dicas e insights sobre como estruturar a gestão de suas equipes, empoderar suas equipe técnicas e evitar as armadilhas do processo de transição.

Estudo de caso: construindo um ateliê de software


SUPERANDO O MODELO DE FÁBRICA


  • A Filosofia do Ateliê
  • A metodologia ágil
  • A métrica emergente


LIÇÕES APRENDIDAS


  • Incorporação do negócio
  • Apoio político e ownership
  • Capacidade operacional


GESTÃO DA EQUIPE


  • A equipe de gestão
  • A blindagem (evitar o go-horse)
  • Comunicação de metas claras (entregável na produção)
  • A orientação constante
  • Controle da entrega (pequenos pacotes)
  • Qualidade. Prazo. Métricas.
  • Lei de Campbell
  • Divisão funcional vs divisão por tema negocial
  • Erro operacional vs erro de atitude (descaso)
  • Responsabilidade clara pelo produto na produção
  • Protocolos claros de ação
  • Comunicação emergente entre as áreas (infra, desenv, helpdesk), com triggers e “remote calls”.


FERRAMENTAS DE REDUÇÃO DE RISCOS


  • Empoderamento da equipe técnica


ARMADILHAS


  • Problema XY
  • Bike shedding
  • Scope creep (o que eu paro?)
  • Projeto vs produto
  • Rotina vs projeto/produto
  • Gerenciamento de risco vs gerenciamento de escopo
  • Déficit técnico
  • Revisão do skill da equipe
  • Redução do escopo
  • Moratória
  • Falta de apoio político


CONCLUSÃO


  • A governança agil como a orquestração proativa entre alinhamento estratégico, apoio político e a capacidade operacional para garantir os resultados de negócio e a sustentabilidade de entrega da TI.
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Módulo 1

Descubra um novo olhar para as métricas quando estamos falando de pessoas.

A história por trás dos dados

  • Por que as métricas importam e são uma ferramenta de diagnóstico?
  • Como desenvolver um pensamento orientado aos dados?
  • Um pouco de análise de dados: Variáveis quantitativas (discretas e contínuas) e qualitativas (nominais e ordinais).
  • Mínimo, máximo, Média, moda, mediana e percentil.
  • Gráficos de dispersão, histograma, barras empilhadas.
  • A importância de compreender os pressupostos antes de aplicar os modelos estatísticos (exemplos: regressão linear, regressão logística, análise fatorial).
  • A importância de pensar na história por trás dos dados.
  • O propósito das métricas dentro das organizações
  • Métricas além de equipes, uma visão organizacional a partir de quatro perspectivas (pessoas, negócio, eficiência do fluxo e tecnologia).
  • Um olhar para as métricas quando estamos falando de pessoas:
  • A diferença entre bonificação e avanço na carreira.
  • People Success Score (avaliação de desempenho da pessoa e da pessoa gestora).
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Módulo 2

Nesse módulo, vamos nos conectar com os números que nos permitem medir e observar a performance de fluxo do nosso sistema

Observando e medindo a eficiência do fluxo

  • Por que é importante gerenciar o lead time, o WIP (work in progress) e o throughput?
  • Como observar o WIP de um programa (múltiplas equipes)?
  • Uma forma prática de gerenciar o WIP de uma equipe.
  • A importância de observar a idade do WIP
  • Como acompanhar a cadência de entrega de uma equipe?
  • A importância de monitorar a entrada e saída do sistema.
  • Por que a classificação dos itens de trabalho ajuda na análise do throughput?
  • Quais os cuidados ao cruzar o throughput e o custo de uma equipe?
  • Por que vale a pena cruzar o throughput com as receitas de um produto?
  • Por que business agility tem a ver com gerenciar os diferentes tipos de lead time de uma organização?
  • Como a dispersão e a distribuição de lead time podem ajudar no diagnóstico de melhorias no fluxo?
  • Como projetar entregas a partir do lead time?
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Módulo 3

Não basta medir e observar, é preciso saber como manter as coisas funcionando para garantir que o trabalho continue fluindo ao longo do tempo. Nesse módulo, você vai descobrir como fazer isso.

GARANTINDO A SAÚDE DO FLUXO

  • O que é o gráfico de fluxo acumulado (CFD)?
  • Seis modelos de leitura de CFD.
  • Como utilizar o CFD para avaliar a saúde de um fluxo de trabalho?
  • Métricas do Accelerate: deploy frequency, lead time for changes, mean time to recovery (MTTR), change failure rate.
  • Security issues (SQL injection, data leaks).
  • Code complexity.
  • What the fuck(WTF)/minute
  • Gerenciamento de projeto em contextos ágeis: Como o gráfico de burnup pode ser útil para dar visibilidade em um contexto de projeto?
  • Como projetar cenários a partir do histórico de throughput?
  • Simulação de Monte Carlo e projeções
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Módulo 4

Como avaliar se estamos obtendo os resultados que queremos sob o ponto de vista do negócio? Nesse módulo, aprenda a medir a satisfação do seu cliente e a acompanhar a performance estratégica da sua organização.

EM BUSCA DE EFICÁCIA PARA O NEGÓCIO

  • A importância dos indicadores de performance (KPI).
  • Receita recorrente mensal.
  • Evasão de clientes.
  • Análise de funil.
  • Customer Lifetime Value.
  • Total de usuários cadastrados e ativos.
  • Custo de aquisição de clientes.
  • Portfólio de produtos.
  • NPS (Net Promoter Score)
  • Fit for purpose (F4P)
  • Customer success score
  • Como conectar as métricas de eficácia ao dia a dia das equipes?
  • Organizando o backlog a partir das métricas de eficácia.
  • OKR e métricas de eficácia.
  • Uma síntese através do modelo Heart da Google.
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