Veja como foi a 1a. Temporada

EPISÓDIO T1E01

PSICOLOGIA, FILOSOFIA E NEGÓCIOS

LIFELONG LEARNING: A PROPOSTA

Descubra porque propósito, autorrealização, motivação, interpessoalidade e outras soft skills se tornaram tão essenciais no mundo contemporâneo e como tudo isso está relacionado a sua capacidade de aprender. Veja, por exemplo, como o Airbnb descobriu o seu propósito e porque o resultado foi tão impactante. 

O saber 'ser' integrado com o saber 'fazer'

Começamos o primeiro episódio da 1a. temporada (T1E01) trabalhando a relação entre o 'ser' e o 'fazer', e sobre como as duas coisas estão interligadas em um projeto de Lifelong Learning. No primeiro, o desafio é descobrir e fazer florescer 'aquilo que somos', enquanto no segundo, 'aquilo que fazemos'. 

Foi transformador descobrir: 
Como Aristóteles descreve a importância da integração entre o techné (o mundo da técnica) e a sophia (o mundo da sabedoria)
Como Alain de Botton, filósofo  contemporâneo, criador da School of Life, descreve o desaparecimento do psicológico no mundo moderno e o seu reaparecimento na virada do último século.
Como esse processo pode ser claramente visto no trabalho de Abraham Maslow e em sua hierarquia de necessidades.

O Airbnb como exemplo desse processo nas organizações

O problema é o mesmo para indivíduos e organizações. O atendimento a necessidades psicológicas (propósito, motivação, autorrealização, desenvolvimento, socialização, pertencimento, acolhimento e felicidade) se tornou a grande busca não só para as pessoas, mas também para as empresas, que hoje tentam se integrar com colaboradores e clientes de modo mais humano e sensível às questões psicológicas.

Na 1a. temporada do We, nós investigamos o processo que levou o Airbnb a subir na pirâmide de Maslow, definir o seu propósito, reconstruir sua marca e abrir todo um mundo de possibilidades em termos de novos produtos.

EPISÓDIO T1E02

ANTROPOLOGIA

A ORIGEM DO 'EU' QUE APRENDE

A jornada de exploração do aprendizado começa há muitos milhões de anos. Você aprende, essencialmente, porque é um organismo vivo e precisa responder ao ambiente. No segundo episódio exploramos a origem do ser humano sob um ponto de vista antropológico e descobrimos como o aprendizado está muito mais integrado a nossa estrutura orgânica do que imaginamos.

Um estudo antropológico guiado por Ernest Becker para você descobrir de onde veio

No 2o episódio, estudamos antropologia. Nesse estudo, fomos guiados pelos três capítulos iniciais do livro 'The Birth of Death and Meaning' de Ernerst Becker para entender os aspectos cruciais que nos levaram a nos tornar quem somos.  

Foi transformador descobrir: 
Como o aprendizado está diretamente relacionado a nossa necessidade de responder ao ambiente
Os diferentes estilos de reação ao ambiente que ainda definem nossas ações hoje (reflexo direto, reflexo condicionado, reflexo associativo)
Os tipos de aprendizados envolvidos na nossa evolução para nos tornarmos quem somos (o aprendizado responsivo, o empático-social, o instrumental, o estratégico e o cognitivo)

Uma reviravolta na nossa história

Ernest Becker nos ajudou a entender como o homo sapiens se torna distintivamente humano, onde pela primeira vez o aprendizado instrumental se torna estratégico e cognitivo. Esse processo nos torna superiores na natureza, mas ele vem com um grande custo. "Parece que há um custo a se pagar por um ganho evolucionário". E o nosso foi trágico: 

Primeiro 'mim' depois 'eu', diz Becker:

“Foi o grande Immanuel Kant que nos alertou, quase dois séculos atrás, que há algo muito significante no desenvolvimento humano no fato de que cada criança torna-se consciente de si mesmo primeiro como ‘mim' e só depois como ‘eu’. De lá pra cá, nós conseguimos confirmar que esta ordem é universal: ‘meu’, ‘mim’ e depois ‘eu’. Isso significa, simplesmente, que a criança começa a estabelecer a si mesmo como um objeto de outros antes de se tornar um sujeito executivo. Ela se torna um ponto de referência em relação aos outros antes de se tornar um agente de ação para si mesmo."


As implicações sobre o que nos explica a antropologia não podem ser subestimadas: nascemos e nos desenvolvemos como objetos dos outros. Nossa primeira identidade é um produto social. 

Amadurecer nada mais é do que aprender a nos tornarmos indivíduos, aprender a ser quem somos. Está aí o grande desafio do aprendizado adulto.

EPISÓDIO T1E03

NEUROCIÊNCIA

QUEM É ESSE 'EU' QUE APRENDE?

  O domínio do processo de aprendizado começa em entender quem de fato aprende.
A neurociência nos ajuda a desvendar: o cérebro, a mente, o self e a consciência.

Os últimos estudos da neurociência revelam cérebro, mente e consciência muito diferentes do que se imagina

A neurociência e a ciência cognitiva nos trazem informações reveladoras para nos ajudar a entender quem somos. Nesse episódio, fomos atrás de estudos para embasar e solidificar o nosso entendimento sobre a totalidade do 'eu'. Afinal, qual é o papel e como diferenciar cérebro, mente e consciência para que possamos entender como funciona o aparato cognitivo que temos para aprender? 

Foi transformador descobrir: 
Entender os mecanismos que o cérebro e a mente usam para interagir com o mundo: predective processing, binding, etc. 
O desvendar do 'The Hard Problem of Consciousness' e entender o tamanho do salto para o subjetivo que damos quando investigamos a consciência e o seu papel no nosso aprendizado.
O processo ilusório de construção do Self, e como sua diluição pode ser benéfica para a nossa saúde psicológica
A incrível descoberta sobre a natureza das nossas decisões e o impacto disso nas nossas estratégias de aprendizado

Mais uma dramática reviravolta...

É muito comum a percepção de que tomamos decisões de forma lógica e racional. Avaliamos os prós, os contras, refletimos e decidimos como agir. Será que é isso mesmo? O neurocientista Sam Harris nos ajuda a entender que não é bem assim. Na verdade, somos reféns de forças inconscientes que determinam o que pensamos e como agimos. O impacto disso no nosso processo de aprendizagem para a vida é muito mais significativo do que parece. 

Não temos autoria sobre o que pensamos, diz o neurocientista Sam Harris:

“Eu, como testemunha consciente da minha experiência, não inicio eventos na minha mente tanto quanto não o faço para que o meu coração possa bater. Pensamentos como ‘O que eu deveria comprar para minha filha no seu aniversário?  Já sei! — vou levá-la em um pet shop e deixar que ela escolha um peixe tropical’ transmitem a aparente realidade das escolhas, feitas de forma livre. Mas em uma perspectiva mais profunda (falando tanto objetivamente quanto subjetivamente), os pensamentos simplesmente chegam sem autoria e mesmo assim definem nossas ações. Você não está no controle da sua mente — porque você, como agente consciente, é apenas parte da sua mente, vivendo sob a piedade das outras partes. Você pode fazer o que você decide fazer — mas você não pode decidir o que você vai decidir fazer."


Como fazer então? 

Se a neurociência aponta, de forma definitiva, que não somos agentes iniciadores das nossas próprias decisões, como direcionar a nossa vida sem perdermos o controle, a responsabilidade e o protagonismo que nos leva ao crescimento?

EPISÓDIO T1E04

NEUROCIÊNCIA E FILOSOFIA

O MAIS PODEROSO DOS APRENDIZADOS

      Há algo a se aprender que importantes pensadores da história humana insistem em revelar como o mais poderoso.
Descubra que aprendizado no quarto episódio da primeira temporada do We.

Saiba como o filósofo favorito de Einstein também se tornou referência na neurociência

No livro 'Looking for Spinoza: Joy, Sorrow, and the Feeling Brain", o neurocientista Antonio Damasio nos explica como a filosofia de Spinoza é uma resposta para lidarmos com os achados perturbadores da ciência do cérebro e da cognição. Spinoza, e sua dinâmica dos afetos, não só nos oferece uma resposta, como também nos dá uma bússola que aponta para o mais poderoso dos aprendizados e para uma redefinição de liberdade. 

Foi transformador descobrir: 
A árvore dos níveis de regulação homeostático nos explica como o organismo se comporta da mais simples reação ao mais complexo dos sentimentos. 
Ao contrário do que imagina o senso comum, a emoção vem primeiro, o sentimento vem por último. O sentimento é a mais complexa das reações humanas.
Sobre a natureza dos encontros, que se compõe conosco ou que nos decompõe, e a necessidade da busca por bons encontros.
Sobre a dinâmica dos afetos e como estamos inseridos nela.

Em busca do mais poderoso dos conhecimentos

A dinâmica dos afetos proposta por Spinoza é capaz de nos elevar para melhores conhecedores de nós mesmos. Como nos ensina Gilles Deleuze:

 "A consciência é naturalmente o lugar de uma ilusão. A sua natureza é tal que ela recolhe os efeitos, mas ignora as causas". 

Em outras palavras, vivemos com os efeitos daquilo que nos afeta, ignorando as causas desses afetos. É na busca pelas causas que virá o conhecimento maior, de natureza superior, e que nos levará a uma vida de bons encontros e de ampliação de plenitude.

Nesse episódio, Espinosa nos mostra o caminho para o auto-conhecimento e para o mais poderoso dos aprendizados: aquele que nos leva a nos construirmos como pessoa em sua totalidade orgânica.  

EPISÓDIO T1E07*

TEORIA DO APRENDIZADO

APRENDENDO A APRENDER COM A EXPERIÊNCIA

       O sucesso na vida dependerá em grande parte da nossa capacidade de aprender com as experiências.  Se consciente, será esse tipo de aprendizado que resultará em crescimento pessoal e preenchimento existencial.

* Os episódios T1E05 e T1E06 não foram episódios de conteúdo, mas debates, por isso não aparecem nesse resumo

Edward Cell nos ensina a aprender com a vida e para a vida.

Nesse episódio, entramos de cabeça na teoria do aprendizado com o filósofo e pesquisador americano Edwad Cell. Seu trabalho de pesquisa nos fornece um modelo espetacular de entendimento do que está envolvido no aprendizado das experiências.  

"É o que fazemos com nossa experiência que está no coração do nosso entendimento sobre aprendizado" P. Jarvis

Foi transformador descobrir: 
Como identificar as situações de aprendizado de modo a usá-las no nosso processo de auto-construção.
Como trabalhar os 4 pilares do aprendizado: aprender a saber, aprender a fazer, aprender a ser e aprender a conviver
Como o aprendizado envolve mudança naquele que aprende: de comportamento, interpretação, autonomia ou criatividade
A diferenciar um aprendizado funcional do disfuncional e a criar potência para si mesmo por meio do aprendizado

O ponto alto da temporada

O Edward Cell não só nos ajudou a ampliar nossa capacidade de extrair aprendizado das situações que vivemos no dia-a-dia, como também nos ajudou a definir um novo modo de agir para a mudança que queremos para nossas vidas. Certamente, um ponto alto para a temporada que continuaremos a explorar no episódio seguinte.

"Não há nada automático em se tornar uma pessoa (em se tornar 'alguém'). Nossa existência como pessoas é algo que devemos criar e manter; algumas vezes isso é uma aventura e uma alegria, mas frequentemente é uma luta onde encaramos obstáculos e ameaças.” Edward Cell

EPISÓDIO T1E08

TEORIA DO APRENDIZADO, PSICOLOGIA COMPORTAMENTAL

AS QUATRO FORMAS DE APRENDER

         O aprendizado experiencial ocorre quando a mudança é gerada a partir de uma interação direta com o mundo ou conosco mesmo. O Response Learning resulta em mudança de 'comportamento', o Situation Learning de 'interpretação', o Transsituation Learning de 'autonomia', e o Transcendent Learning de 'criatividade'. 

Quando aprendemos, mudamos.

Segundo Edward Cell quando aprendemos, "nos comportamos de forma diferente, respondemos com novas emoções, pensamos de novas maneiras, ou nos tornamos mais conscientes do nosso papel em moldar nossas vidas." 

Foi transformador descobrir: 
que o Aprendizado Responsivo ocorre quando aprendemos a responder de certa maneira a certos tipos de situação. É ele que define o que fazemos.
que o  Situation Learning é uma mudança em como vemos uma situação. Para mudar as respostas que damos às situações é preciso mudar as nossas interpretações de forma a tornar os resultados dos antigos comportamentos inaceitáveis para a nossa nova estrutura de significado.
Com o Transsituation Learning somos capazes de examinar, modificar ou selecionar novas interpretações para as situações experienciais que vivemos.
Com o Transcendent Learning podemos desenvolver a habilidade de criar novas bases de interpretação que reorganizam todo o nosso sistema interpretativo abrindo uma nova visão de mundo e todo um novo mundo de possibilidades com ela. É o tipo de aprendizado que nos leva a novos paradigmas.

A liberdade no entendimento dos 4 tipos de aprendizado

Edward Cell resume bem os 4 tipos de aprendizados: "Nós somos o que fazemos e, dessa forma, é no Response Learning que nos tornamos quem somos. Somos livres quando somos capazes de mudar de forma auto-escolhida, e é em Situation Learning que nós criamos alternativas para escolher dentre elas. Nós aumentamos nossa autonomia quando aprofundamos nosso entendimento do Situation Learning e desenvolvemos suas habilidades. Finalmente, é em Transsituation Learning e Transcendent Learning que ampliamos nossa capacidade de nos levar a vidas auto-escolhidas.

"Cada nível de aprendizado, então, contribui de forma importante para a nossa liberdade. Somos livres apenas se nossos valores são auto-escolhidos, mas essa liberdade será algo pobre se formos ineficazes em realizar esses valores.” Edward Cell

EPISÓDIO T1E09

TEORIA DO APRENDIZADO, CIÊNCIA COGNITIVA, NEUROCIÊNCIA

APRENDENDO A REFLETIR

"A nossa eficácia para aprender da experiência depende
não apenas de como nos preparamos e das condições que encontraremos,
mas também em como nós depois refletiremos sobre isso.
Por ‘reflexão’, nós queremos dizer o processo de interpretar nossas experiências." E. Cell

A reflexão como forma de interpretar e responder a nossas experiências

O pensar quase sempre ocorre em relação à experiência. A experiência ocorre no tempo e podemos olhar para ela ou olhando para trás para refletir sobre ela ou olhando para frente planejando o que fazer como resultado delas.

Foi transformador descobrir: 
que o Aprendizado Reflexivo é surge a partir de uma disjunção, uma intersecção da pessoa com o mundo da vida onde não se obtém o que se espera da experiência vivida.
que há dois caminhos para o pensar com diferentes propósitos: Reflective Approach (olhar para trás em busca de explicação) e Planning Approach (olhar para a frente em busca de preparação).
a reflexão nos ajuda a diferenciar padrões de compreensão do mundo e dos eventos de natureza correlacional dos padrões de natureza causal. Ela nos ajuda no nosso processo de auto-correção, e dá solução para o problema do auto-engano.
a ociosidade é quando você tem a liberdade para deixar sua mente divagar em qualquer direção que ela te levar na ausência de uma ocupação. Verdadeiros insights, sejam eles artísticos, científicos, emocionais ou sociais, só podem ocorrer nesses estados muito raros de desocupação..

EPISÓDIO T1E11

CIÊNCIA COGNITIVA, PSICOLOGIA E NEUROCIÊNCIA

APRENDENDO A SER CRIATIVO

Nesse episódio, dissecamos o tema criatividade para entendê-la e colocá-la ao nosso alcance.

Entendendo a criatividade como uma habilidade

O pensar criativo desvendado em suas várias facetas. Saiba porque 'pensar fora da caixa' não é só possível, mas também necessários para lidarmos com os problemas mais relevantes.

Foi transformador descobrir: 
a origem do termo 'think outside the box' e suas implicações para como enquadramos as soluções que damos para os problemas.
sobre o pensamento lateral e como ele nos ajuda a descobrir pressupostos inválidos que nos direcionam para um enquadramento inapropriado enquanto tentamos resolver um problema.
como alternar entre o pensamento difuso e o pensamento focado nos ajuda no processo criativo.
como evitar a procrastinação e estabelecer um processo de trabalho que não elimine a criatividade, combinando-a com o foco necessário para fazer as coisas acontecerem.

EPISÓDIO T1E12

SOCIOLOGIA

A SOCIOLOGIA DO ÓCIO CRIATIVO

Descubra porque você precisa aprender a trabalhar pra ficar ocioso

O Ócio Criativo finalmente desvendado

Segundo Domenico de Masi: "O trabalho representa mais ou menos a sétima parte da longa vida de um jovem. E todos - a família, a escola, o governo, os mass media - preocupam-se em prepara-lo para uma profissão, mas ninguém se preocupa em prepara-lo para o ócio." Você está preparado para o ócio? Mais do que isso, sabe porque o ócio é, no final das contas, o grande objetivo do trabalho?

Foi transformador descobrir: 
como o ócio criativo é uma nova condição imposta pela sociedade pós-industrial, onde o tempo de trabalho, o tempo de lazer e o tempo de estudo não são mais separados como ocorria na sociedade industrial.
como já há uma tendência mundial para a redução das jornadas de trabalho por causa dos gigantescos ganhos de eficiência alcançados na era industrial.
como novos valores emergem na sociedade pós-industrial e com eles novas necessidades amparadas pela necessidade do ócio.
o que o De Masi sugere como abordagem diante do novo modelo de sociedade que emerge no século XXI: recuperar o aproximado, trabalhar de modo solidário, trabalhar em qualquer parte, trabalhar menos a aprender a ficar ocioso.

EPISÓDIO T1E13

PSICOLOGIA HUMANISTA, FENOMENOLOGIA

APRENDENDO A SE RELACIONAR COM O OUTRO

O que Carl Rogers e a Psicologia Humanista nos ensinam sobre as condições e características de uma relação de ajuda mútua

A arte de se relacionar com o outro e de tornar-se pessoa

Carl Rogers nos ensina que toda relação saudável é uma relação onde o desenvolvimento mútuo está no centro do interesse dos envolvidos. E, para participar do desenvolvimento de alguém, você tem que se pôr em seu lugar, fundamentalmente. Você precisa tentar ver o mundo sob a perspectiva da pessoa. E isso significa adotar a realidade que se manifesta pra ela. Para que você desenvolva uma compreensão empática da pessoa com quem você está se relacionando.”

Foi transformador descobrir: 
como a psicologia evolui para cobrir o aspecto do mundo subjetivo das pessoas. A experiência do indivíduo, em toda a sua subjetividade, é a autoridade máxima na psicologia humanista de Carl Rogers.
como superar o problema do uso de linguagem instrumental na comunicação com o outro.
a ideia da empatia radical e da aceitação do outro em sua subjetividade de forma que a comunicação seja redirecionada do julgamento para o entendimento
as características da pessoa que aflora e como isso é diretamente percebido no processo de tornar-se pessoa.

Facilitando a auto-realização do outro

Para Carl Rogers: "o psicoterapeuta, o médico ou o administrador que se mostra caloroso e expressivo, respeitador da própria individualidade e da do outro, que se interessa sem ser possessivo, provavelmente facilita a auto-realização através dessas atitudes". Facilitar a auto-realização do outro é ajudá-la no processo de tornar-se pessoa, e está aí o segredo das relações de ajuda mútua.

"É a necessidade que se faz evidente em toda a vida orgânica e humana - de expandir, estender, tornar-se autônoma, desenvolver, amadurecer - a tendência de expressar e ativar todas as capacidades do organismo, ao ponto em que tal ativação aprimore o organismo ou a pessoa.” Carl Rogers

EPISÓDIO T1E14

PSICOLOGIA, HISTÓRIA, SOCIOLOGIA e NEGÓCIOS

APRENDENDO A EXISTIR

Rumo a uma nova biografia

Ser ou ter? os dois modos fundamentais da existência

Segundo Erich Fromm: "Ao que tudo indica, ter é uma função normal de nossa vida: a fim de viver nós devemos ter coisas. Numa cultura em que a meta suprema é ter - e ter cada vez mais - e na qual se pode falar de alguém como ‘valendo um milhão de dólares’, como poderá haver alternativa entre ter e ser? Pelo contrário, tem-se a impressão de que a própria essência de ser é ter: de que se alguém nada tem, não é.  Contudo, os grandes mestres da vida fizeram da alternativa entre ter e ser a questão central de seus respectivos sistemas"

Foi transformador descobrir: 
como o estudo das civilizações nos ajuda a entender como se desenrola o grande drama da existência humana.
os modos existenciais do Erich Fromm e como 'a confusão de modo' pode afetar a nossa satisfação com o caminho que damos às nossas vidas 
como os modos 'ter' e 'ser' impactam o mundo dos negócios e as decisões sobre produtos e campanhas de marketing.
como o indivíduo na sociedade contemporânea é grandemente afetado pelo processo de biografização da existência e como é importante direcionar-se para evitar o maior dos fatores de crise existencial: o poder da vida não vivida.

A Biografização como novo fenômeno existencial do mundo moderno

No mundo moderno, todo o aprendizado se torna biografia, e é nela que reside a força explosiva da vida não vivida. Segundo Peter Alheit: "Todas as experiências que realizamos – tudo que aprendemos deve “passar por dentro de nós” por assim dizer, deve ser integrado com uma lógica interna que só vale para nós." 

Não estamos mais construindo currículos, mas biografias. Nesse episódio, entenda o impacto do entendimento do processo de biografização nas decisões existenciais que vão compor a sua história no planeta Terra.

MATRICULE-SE AGORA!

A 2a. Temporada do We já está rolando com o tema:

O PENSAMENTO SISTÊMICO

E continue essa jornada de transformação intelectual para que você possa tornar-se quem é, fazer mais, conhecer muito e fomentar harmoniosas relações com os outros e com o mundo. 

Copyright Software Zen. Todos os direitos reservados. 

EPISÓDIO T1E01

TÍTULO: LIFELONG LEARNING: A PROPOSTA
DURAÇÃO: 2h 30min
DISCIPLINAS: PSICOLOGIA
FEATURING: Alain de Boton, Aristóteles, Abraham Maslow, Peter Jarvis e Alvin Toefler

    ROTEIRO DO EPISÓDIO:

  • [PALESTRA] Alain de Botton, Aristóteles, Techne e Sophia
  • Sophia vs Techne
  • Wise & Effective e a integração do que somos com o que fazemos
  • Por que estamos aqui?
  • Alain de Botton e o desaparecimento do psicológico no mundo moderno
  • A inversão de predominância do Techne em relação ao Sophia na modernidade
  • A hierarquia de necessidades de Maslow
  • A nova configuração requerida pelo mundo contemporâneo
  • O exemplo do Airbnb
  • A conversa de Brian Chesky com Alain de Botton
  • [ARTIGO] Douglas Atkins em como o Airbnb encontrou o seu propósito e porque é um bom propósito
  • [VIDEO] A história da nova logomarca do Airbnb
  • O propósito como forma de subir na pirâmide de necessidades psicológicas
  • Para que subir na pirâmide? 
  • Autorrealização: o diferencial é ser igual a si mesmo
  • [LIVRO]Maslow em 'Motivation and Personality': O que você pode ser, você deve ser
  • A autorrealização e o tornar-se quem se é
  • A Psicologia Humanista e a Filosofia Existencialista
  • Lifelong Learning como uma terceira via
  • [LIVRO] Peter Jarvis em 'Human Learning': O aprender é um processo existencial
  • Educação vs Aprendizado
  • [LIVRO] Alvin Toffler em 'Future Shock': As escolas do amanhã
  • A proposta do Lifelong Learning
  • O 'tornar-se' e a geração de uma biografia
  • [LIVRO] Peter Jarvis em 'Human Learning':Integrando-se a sua biografia
  • [LIVRO] Carlo Ginzburg em 'O queijo e os vermes': A biografia de um comum
  • O Wise & Effective: como vai funcionar?
  • Fazendo a transição da "Educação" para o "Aprendizado"
  • Fazendo a transição do "Curriculum Vitae" para a "Biografia"
  • Os livros e autores que estudaremos juntos
  • Os temas que exploraremos durante a temporada
  • As atividades que faremos e o calendário
  • O encerramento da 1a. temporada
  • Perguntas e Respostas
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EPISÓDIO T1E02

A ORIGEM DO 'EU' QUE APRENDE

DURAÇÃO: 3h 04min
DISCIPLINAS: ANTROPOLOGIA, PSICOLOGIA
FEATURING: Ernest Becker, Charles Sherrington, Ivan Pavlov, Sigmund Freud

roteiro do episódio:

T1E02: A origem do ‘eu' que aprende
A Antropologia como a história de nós como seres humanos
Ernest Becker
Capítulo 1 - The man-apes
O gosto por carne
O cérebro vem só depois
A caça como o grande estímulo
O ciclo de feedback da busca por carne
O jogo da relação social
É o que você dá, não o que obtém
Paz interna
A singularidade do sub-humano primitivo
Reflexões sobre aprendizado
Capítulo 2 - As origens da mente
Charles Sherrington
A mente como estilo de reação ao ambiente
Mentalizando o mundo
O Reflexo Direto
No mundo das esponjas
O Reflexo Condicionado
O Experimento de Pavlov
A primeira liberação do ambiente
O uso de ferramentas pelos primatas
Subindo o grau de autonomia no reino animal
Subindo o nível de significado
O comportamento simbólico
O ser humano como criador do estímulo
O desenvolvimento da mente como libertação progressiva da reatividade
Decidindo a 'o quê’ se vai reagir
O que mais herdamos na nossa árvore genealógica?
A forte relação mãe-prole
A consequência da dependência desamparada
A herança mamífera
Aprendendo por imitação
Balanceando auto-afirmação com as demandas de viver em grupo
Uma ordenada simplificação do ambiente inter-individual
Amadurecer é aprender
Reflexões sobre aprendizado
Capítulo 3: O que nos torna homo sapiens?
O Cortex Cerebral
O giroscópio interno
O ego e o retardamento da resposta
A Psiqué Freudiana: o id, o ego e o superego
O id
Sobre o conhecimento do tempo e da morte
Esquema explicativo
A função protetiva do ego
O ego como instrumento de prevenção da ansiedade
Controlando a ansiedade
Keep a cool head
O ego rudimentar
Um verdadeiro ego
O edifício verbal de Harry Sullivan
A linguagem como formadora do 'eu’
O pronome pessoal e a auto-consciência
Se transformando em um real indivíduo
A tragédia do indivíduo e o custo a se pagar por ela
Primeiro 'mim', depois 'eu’
A descoberta de si mesmo
Auto-objetificação
O ser humano como aquele que vê a si mesmo como um objeto
Quando o seu mundo é construído de fora pra dentro
Um paradoxo em forma de legado evolucionário
O superego
A consciência como experiência social
O dualismo da experiência
Internalizando o significado das ações
Recorrendo ao organismo
O aprendizado auto-dirigido
Nos tornando indivíduos
O aprendizado adulto
Reflexões sobre aprendizado
Perguntas e Respostas
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EPISÓDIO T1E03

QUEM É ESSE 'EU' QUE APRENDE?

DURAÇÃO: 3h 04min
DISCIPLINAS: NEUROCIÊNCIA
FEATURING: Annaka Harris, David Eagleman, David Chalmers, Thomas Nagel, Sam Harris

roteiro do episódio:

No episódio anterior...
T1E03: Quem é o ‘eu' que aprende?
A neurociência
A ciência cognitiva
Quem somos nós?
O produto da mente
O edifício verbal como produto da aplicação da linguagem a uma mente sofisticada
Como a mente cria um edifício verbal?
Predictive Processing
Acertando a bola de tênis
Annaka Harris
Como ouvir Audiobooks
Reflexões sobre aprendizado
Fazendo o ‘binding' da raquetada
David Eagleman: seu cérebro faz truques de edição para contar uma história
O ‘binding' como gerador de significado
Binding: como a mente cria um edifício verbal
O que vem depois do edfício verbal?
Revisão: O pronome pessoal e a auto-consciência
A origem da consciência
Como usamos o termo
Da relação objetiva para a experiência subjetiva
O salto para o subjetivo
Annaka H: A consciência como experiência
‘The hard problem of consciousness’
Annaka H: Do algo para o alguém
‘The Hard Problem’ por David Chalmers
Thomas Nagel e o organismo consciente
What is like to be a bat?
Consciência é experiência
O fenômeno da consciência
Consciência, auto-consciência e o Self
Auto-consciência: a consciência que observa
Annaka H: O Self
O self e o modelo de si
A ilusão do Self
Annaka H: O Self
Annaka H: Interrompendo o binding
Default mode network
Selflessness
Por que a desativação do self seria uma coisa boa?
Reflexões sobre aprendizado
The Kanizsa square
Vivendo a ilusão
A estrutura da psiqué: do neurológico à consciência
Como a estrutura da psiqué gera comportamentos e decisões
Annaka H: A consciência é a última a saber
Estudos revelam quem realmente decide as coisas em você
Sam Harris
Sam Harris: A origem inconsciente da vontade
Sam Harris: Quem realmente decide sobre o seu café da manhã?
Sam Harris: O impulso não é criado, ele aparece
Sam Harris: Como bate o coração, aparece a vontade
Sam Harris: O pensamento sem autoria
Sam Harris: Quem decide o que você decide?
O que a série ‘Dark’ nos ensina sobre isso
Quando um sistema filosófico não te representa mais
Como a estrutura da psiqué pode aprender de forma que podemos mudar o nosso próprio comportamento?
Quem é esse ‘eu’ que aprende?
O ‘eu’ que aprende
No próximo episódio...
Perguntas e Respostas
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EPISÓDIO T1E04

O MAIS PODEROSO DOS APRENDIZADOS

DURAÇÃO: 3h 08min
DISCIPLINAS: NEUROCIÊNCIA, FILOSOFIA
FEATURING: Antonio Damasio, Spinoza, Gilles Deleuze, Oswaldo Giacoia, André Martins, Donald Winnicott

roteiro do episódio:

Previously on We
No episódio anterior...
T1E04: O mais potente dos aprendizados
O que fazer dado que não estamos no controle?
A consciência por Gilles Deleuze
Antonio Damasio
A Homeostase e os problemas básicos de um organismo vivo
Homestase
Níveis de regulação homeostática autômata, do mais simples para o mais complexo
Emoção ou sentimento: quem vem primeiro?
William James por Ernest Becker
A neurologia da emoção e dos sentimentos como chave
Por que Spinoza?
Spinoza
Einstein: o mais famoso fã de Spinoza
Para Nietszche: o mais honrado dos meus predecessores
Voltando à homeostase
A primeira realidade da existência
Conatus
A ideia central
O 'afeto' por Spinoza
A dinâmica dos 'afetos'
A composição e decomposição dos encontros por Gilles Deleuze
A causa adequada e inadequada dos afetos
O agir reativo
O agir autêntico
Donald Winnicott
A "energia vital" de Winnicott
Como deixar o papel de espectador do que nasce em nós?
O Estado de Passividade
O Estado de Proatividade
O mais potente dos conhecimentos
Liberdade para Spinoza
Somos livres, diz Spinoza
O mais potente dos aprendizados
Revisitando o propósito do AirBnb
Wise & Effective: Aquilo que somos e aquilo que fazemos
A transição do Wise para o Effective
Perguntas e Respostas
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EPISÓDIO T1E07

APRENDENDO A APRENDER COM A EXPERIÊNCIA

DURAÇÃO: 2h 53min
DISCIPLINAS: TEORIA DO APRENDIZADO
FEATURING: Edward Cell, John Dewey, Carl Rogers, Peter Jarvis

roteiro do episódio:

Previously on We
Nos episódios anteriores...
T1E07: Aprendendo a Aprender com a Experiência
As Teorias Experienciais
Os autores
John Dewey
Episódios de Experienciação
O resíduo do agir
Disjunção
O aprendizado como uma necessidade que precisa ser satisfeita
Carl Rogers
Aprendendo sobre o processo de aprender
Edward Cell: Learning to Learn from Experience
A aprendizado em um framework existencial
Faure Report [Documento Original]
Delors Report: The Treasure Within [Wikipedia | Documento Original]
Os 4 pilares do aprendizado
O contexto da 'luta para ser’
Capítulo 1: Aprendizado e a luta para ser
Aprendendo a mudar: comportamento, interpretação, autonomia e criatividade
Nossos hábitos como nossa segunda natureza
A dinâmica do aprendizado
O que nos leva a um futuro diferente?
O foco no processo, não no conteúdo
Aprendizado Funcional vs Aprendizado Disfuncional
Sobre aprender com a experiência
Sobre NÃO aprender com a experiência
Sobre aprender a coisa errada
Sobre aprender a coisa certa
O Aprendizado Eficaz
O lugar do aprendizado experiencial
Entendendo o Aprendizado Disfuncional
Extraindo sentido das situações
O que há nas situações que precisamos ver?
Agindo à luz da interpretação
A meta final do Aprendizado Eficaz
Aumentando e Diminuindo a potência
A impotência
O ‘ser alguém'
Não há nada automático em se tornar alguém
A necessidade de evitarmos a impotência
O efeito da impotência
A falha no teste da experiência
O aprendizado disfuncional como defesa contra a ansiedade
As duas tarefas primárias
A evasão da consciência sobre nossas limitações
Aprendendo a criar potência para nós mesmos
Por que criar potência para si mesmo?
O Aprendizado funcional
O preço do aprendizado funcional
O aprendizado que amplia nossa autonomia
Amando os nossos próprios limites
Lidando com as ambiguidades
Conclusão
A seguir no 'We’
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EPISÓDIO T1E08

AS 4 FORMAS DE APRENDER

DURAÇÃO: 3h 17min
DISCIPLINAS: TEORIA DO APRENDIZADO
FEATURING: Edward Cell

roteiro do episódio:

Previously on We
Aprendizado Funcional vs Disfuncional
A Dinâmica do Aprendizado
Aprendizado Eficaz
A potência como forma de lidar com a impotência
T1E08: As 4 Formas de Aprender
When we learn we change
Mudar o que fazemos, e como vemos as coisas
Response Learning
Respondendo ao Mundo
O Estímulo na Fisiologia
Repondendo a uma situação familiar
Quando aprender é ser programado
Response Learning
A Psicologia Comportamental
Response Learning Tipo 1
B.F. Skinner: O Condicionamento Operante
O Modelo do Condicionamento Operante
As respostas “selecionadas” pela experiência
Response Learning Tipo 2
Pavlov: O Condicionamento Clássico
O Condicionamento Clássico
O Pareamento do estímulo neutro com a resposta
Response Learning Tipo 3
Nós somos o que fazemos
Nós somos os nossos relacionamentos
Onde está nossa liberdade?
Situation Learning
Quando se aprende uma nova programação
A interrelação entre Response Learning e Situation Learning
O valor da psicologia comportamental
As duas formas de aprender com a situação
O surgimento da necessidade de reflexão
Transcendendo as situações
Liberdade e Reinterpretação
A liberdade para criar
Criando a nós mesmos
Os resultados determinam o comportamento
Como mudar a maneira de nos comportarmos
Qual é o comportamento livre? E qual não é?
O elemento chave da nossa liberdade
A reinterpretação reflexiva como paradigma de liberdade
Liberdade como potência para reinterpretar reflexivamente
Assumindo riscos e a possibilidade de erros
O Fenômeno da Generalização
Generalização e Transferência de Aprendizado
Transsituation Learning
Interpretando nossos atos de interpretação
A potência mais profunda
A autonomia em senso mais pleno
Transsituation Learning e Empatia
Transcendent Learning
A socialização das interpretações
Todos podemos participar desses ‘atos de criação’
Não fomos feitos para a lei, mas a lei para nós.
Em busca do aprendizado funcional
Oportunidades e Limitações
Quanto mais sabemos sobre nós mesmos, melhor
Formas de engajamento
A Filosofia de vida: a ‘situação’ no sentido mais amplo
A ‘situação’ no sentido mais restrito
A eficácia para aprender da experiência
Conclusão
A seguir no 'We’
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EPISÓDIO T1E09

aprendendo a refletir

DURAÇÃO: 3h 13min
DISCIPLINAS: NEUROCIÊNCIA, PSICOLOGIA, CIÊNCIA COGNITIVA
FEATURING: Peter Jarvis, John Vervaeke, Andrew Smart, Tabitha Kirkland 

roteiro do episódio:

T1E09: Aprendendo a Refletir
A disjunção como ponto de partida
Harmonia e Disjunção
Peter Jarvis e os tipos de aprendizado
O estado de harmonia e o aprendizado em sociedade
Em estado de harmonia não há aprendizado
Situações de não-aprendizado consciente
Quando a disjunção não causa aprendizado
Rejeição e desconsideração
Exemplos de rejeição e desconsideração
O aprendizado não-reflexivo
O aprendizado reflexivo
O pensar
O pensar como forma de responder a nossas experiências
Reflective & Planning Approach
A reflexão como uma atividade pós-experiência
A relação da reflexão com as emoções
Refletindo sobre o futuro (planejamento e estrategização)
O sonhar acordado: desejando o futuro
O aprendizado pré-consciente
Implicit Learning
A habilidade de detectar e interpretar padrões
Netflix "A Era dos Dados" Ep 1: Monitoramento
O papel da intuição
Captando padrões complexos do ambiente
Quando aprendemos implicitamente a coisa errada
Conectando padrões por meio de Correlação e Causalidade
Buscando padrões causais
Insights
Não há lugar seguro contra o autoengano
Self-deception
Dissonância Cognitiva
Mentindo para si mesmo nas pequenas e nas grandes coisas
As 5 formas de autoengano
A reflexão como grande arma contra o autoengano
A neurociência da reflexão
Andrew Smart
Sobre a ociosidade
No piloto automático
A ociosidade e o auto-conhecimento
Busyness vs Business
A 'default mode network'
Ressonância magnética funcional
A descoberta
O cérebro como sistema complexo
A atividade intrínseca do cérebro
A reflexão na anatomia do cérebro
A default mode network e o auto-conhecimento
Matéria: The science of self reflection - Dr. Tabitha Kirkland  
O que molda o cérebro
Nos libertando dos próprios padrões
Mindfulness sob a perspectiva da neurociência
Aprendendo a Refletir na Prática
Descobrindo o processo de reflexão que funciona
Situações de Reflexão
Leituras Reflexivas
Reconciliando-se com o "manter" para criar
Reflexão, Contemplação e Meditação
A participação da reflexão no processo criativo
No próximo episódio: Aprendendo a ser criativo
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EPISÓDIO T1E11

aprendendo a SER CRIATIVO

DURAÇÃO: 2h 51min
DISCIPLINAS: NEUROCIÊNCIA, PSICOLOGIA, CIÊNCIA COGNITIVA
FEATURING: John Vervaeke, Domenico de Masi, Edward de Bono, Barbara Oakley, Jordan Peterson

roteiro do episódio:

Nos episódios anteriores...
T1E11: Aprendendo a Ser Criativo
Quem me trouxe até aqui?
O que é "Ser Criativo”?
A Criatividade como Habilidade
The Nine Dot Problem
John Vervaeke: Por que é um problema difícil?
John Vervaeke: O que está de fato envolvido no problema?
De onde deve partir o ‘frame' de atenção
John Vervaeke: Como chegar ao insight
Lateral Thinking
Edward de Bono
A mente como um sistema de criação de padrões
Voltando a habilidade de detectar e interpretar padrões
Identificando Padrões
Video: Satie - Gymnopédie No. 1
A necessidade do pensamento lateral
A função da mente é produzir o erro
John Vervaeke: Disrompendo os padrões
Como disromper os padrões?
O sequenciamento da chegada da informação
Ponto de bloqueio
A solução para o bloqueio requer uma disrupção do padrão criado
A situação criativa
Como ser mais criativo?
O cérebro em pulso
Focused vs Diffuse Thinking
O pensamento difuso
O método criativo de Salvador Dali
A técnica Pomodoro
Evitando a procrastinação: Processo vs Produto
A minha técnica
Escritórios Criativos (Google, Airbnb, Youtube, Ticketmaster, Lego, Inventionland)
Domenico De Masi: A criatividade como síntese
Entre o concreto e a fantasia
Domenico De Masi: No que consiste a criatividade?
Os grupos criativos
No próximo episódio: A Sociologia do Ócio Criativo
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EPISÓDIO T1E12

A SOCIOLOGIA DO ÓCIO CRIATIVO

DURAÇÃO: 3h 16min
DISCIPLINAS: SOCIOLOGIA
FEATURING: Domenico De Masi, Daniel Bell, Agnes Heller, Byung-Chul Hang, Alian Corbin, Vilém Flusser

roteiro do episódio:

Previously on We
No episódio anterior...
T1E12: A Sociologia do Ócio Criativo
A visão equivocada do ócio
Albert Camus: São os ociosos que mudam o mundo
Qual é a nossa expectativa de vida?
Preparando-se para o ócio
Revendo a posição do trabalho na vida
A visão de Aristóteles
Produtividade vs Força de Trabalho: uma tendência inescapável
Revendo a posição do trabalho na vida
Os 3 grandes problemas da era pós-industrial
Uma tese para o ócio criativo
A emergência da sociedade industrial
A exaltação da dimensão criativa das atividades humanas
Em busca dos percursos da invenção teórica, da descoberta científica, da criação artística
Uma inadequação à prevalência do trabalho intelectual
As sementes de uma nova sociedade
Os 13 estudos de caso
O papel nada marginal do espírito aproximativo
A conquista da complexidade e da relatividade
O Progresso Organizacional
O Reconhecimento da Organização Ágil e do Trabalho Remoto
O impacto do ‘management'
Sociedade em transição
A sociedade pré-industrial
A sociedade industrial
A sociedade pós-industrial
As previsões de Daniel Bell para a sociedade pós-industrial
O gráfico da grande mudança
Números da nova sociedade rural: muitos produtos, poucos produtores
Números da transição para a sociedade pós-industrial
Do homo ludens ao homo sapiens
Alain Corbin e o homo ludens
O cenário na transição para o homo sapiens
Otimismo
Daniel Bell e a sociedade como obra de arte
As necessidades no mundo pós-industrial
Voltando à pirâmide de Maslow
Necessidades Materialistas e Pós-materialistas
A limitação do modelo de Maslow
O modelo de necessidades de Heller
O individuo frente a suas necessidades
Que valores então emergem?
Os valores da sociedade industrial
Os valores da sociedade pós-industrial
Confiança, ética e estética
A exigência estética
Subjetividade e emoção
Virtualidade e globalização
O valor da “Qualidade de Vida”
O que fazer então?
1. Recuperar o aproximado
2. Trabalhar de modo solidário
3. Trabalhar em qualquer parte
4. Trabalhar menos
5. Aprender a ficar ocioso
No próximo episódio: Aprendendo a se relacionar com os outros
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EPISÓDIO T1E13

APRENDENDO A SE RELACIONAR COM O OUTRO

DURAÇÃO: 3h 02min
DISCIPLINAS: PSICOLOGIA
FEATURING: Carl Rogers, Roberto Assagioli, Heidegger, David Chalmers, Jordan Peterson

roteiro do episódio:

Previously on We
Nos episódios anteriores: A hierarquia de Maslow e a auto-realização como direção
Nos episódios anteriores: A consciência e o salto para o subjetivo
Nos episódios anteriores: Conatus
Nos episódios anteriores: Spinoza e o mais potente dos conhecimentos
Nos episódios anteriores: Edward Cell e o aprendizado interpretativo
T1E13: Aprendendo a se relacionar com o outro
Carl Rogers
As três forças da psicologia
Uma transição: da psicoanálise para a psicosíntese
Roberto Assagioli e a Psicosíntese
Assagioli e a experiência como verdade
Jordan Peterson: 2015 Personality Lecture 10: Humanism: Carl Rogers
A consciência e o salto para o subjetivo
O ponto de partida
A experiência como autoridade máxima
Fenomenologia, David Chalmers e Consciência
The hard problem by David Chalmers
O 'ser' por Heidegger
Quando a realidade é o que você experiencia
O existencialismo: "Por que existe algo ao invés de nada?"
O pressuposto de Rogers
A Psicologia Humanista
A origem filosófica
O problema da linguagem instrumental nas relações
Mas como se comunicar se não instrumentalmente?
A resposta de Rogers
Livro: Tornar-se pessoa
As proposições centrais de Rogers
A natureza das relações
As condições para a relação que desenvolve
Condição #1: ser genuíno
Condição #2: aceitação e apreço
Condição #3: compreensão
A psicoterapia como exemplo do que são todas as relações
A motivação para a mudança
As características de uma relação de ajuda
A relação como fonte de crescimento
As relações entre pais e filhos
Trazendo para o âmbito das outras relações
As relações de ajuda eficazes
Como criar uma relação de ajuda?
Congruência
A segurança de si quanto à liberdade do outro
A compreensão empática
A consideração positiva incondicional
A confirmação do outro
O processo de tornar-se pessoa
As características da pessoa que aflora
Experienciando a si mesmo e a vivência do eu potencial
A abertura para a experiência segundo Maslow
A descoberta da positividade no centro da personalidade
A confiança no próprio organismo
A relação que torna o outro quem ele é
O que realmente significa ser o que se é
Um foco interno de avaliação
O desejo de ser um processo
O desaparecimento do eu como objeto
A aceitação dos outros
A aceitação dos outros segundo Maslow
A direção geral
Alguns mal-entendidos
Isso implica fixidez?
Isso implica maldade?
Conclusão
No próximo episódio: Aprendendo a existir: rumo a uma nova biografia
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